Mostrando postagens com marcador Texto opinativo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Texto opinativo. Mostrar todas as postagens

Indígenas Acadêmicos

segunda-feira, 26 de março de 2012

0 comentários
Indígenas acadêmicos da ASSINDI

        Hoje se tornou obrigatório por lei estudar sobre a cultura indígena em todas as disciplinas. Foi criada em 2008 e seu objetivo é fazer os estudantes estudarem sobre a história e a cultura desses povos.
        O estudo sobre os índios pode ser interessante, desde que seja de uma forma dinâmica e interativa, ao invés de ler textos cansativos e fazer trabalhos seguindo normas da ABNT.  A proposta de visita à ASSINDI (Associação Indigenista) realizada pelos alunos do Colégio Santa Cruz foi uma boa maneira de estudar sobre esses povos de maneira diferente, porque proporcionou uma experiência prática.
         Com a visita à Associação entrevistamos os universitários indígenas que vivem lá. Eles estudam na UEM (Universidade Estadual de Maringá) nos cursos de: medicina, direito, enfermagem, psicologia, educação física e administração. Todos entraram na universidade por um vestibular especial. E receberam uma extra cota, que ao contrário do que a maioria das pessoas pensa não tira a vaga de outros candidatos que concorrem ao vestibular normal.
        Realizando este trabalho rompemos com o preconceito em relação às cotas e aprendemos a respeitar os indígenas, que afinal são nossos ancestrais. E também apoiamos que seja dada essa oportunidade de estudos aos indígenas, pois a maioria deles não teve a mesma preparação escolar que a nossa e nem ao menos sabem falar português direito.  



Por: Douglas Missura, Kimberly Caetano, Maria Alice Pelissari.

“E agora eles só tem o dia 19 de abril!”

0 comentários
Placa do abrigo indígena - ASSINDI

      Para tentar preservar a cultura indígena, o MEC (Ministério da Educação) instituiu a lei nº 11.645 “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Com isso, em todas as instituições de ensino fundamental e médio torna-se obrigatório o estudo da cultura e história dos povos citados.
            Apesar de ser uma medida que tenta diminuir o preconceito e aumentar o conhecimento dessa cultura, uma simples aula sobre a FUNAI, ou um trabalho sobre os povos indígenas/africanos é interessante, porém insuficiente para promover uma mudança significativa em nosso pensamento. Descobrimos novas e muitas coisas, isso é verdade, no entanto não é uma medida capaz de retirar de nossa mente o estereótipo de uma raça sofrida, pobre e sem muitos direitos.
            Mesmo com a ideia de que os índios devem viver em sociedade, eles se sentem melhores vivendo em suas aldeias, onde podem expressar suas crenças, fazer seus pratos típicos, caçar, ou seja, manifestar toda a sua cultura sem a interferência de outra raça que se julga mais civilizada.
 Não é pelo uso de roupas, tecnologia e conhecimento de mundo (mesmo que pouco) que uma sociedade torna-se superior à outra. Aliás, o povo indígena soube preservar a natureza desde sua origem, além de possuírem um comportamento bem mais sociável que o nosso. Enquanto que nós, “os brancos civilizados”, durante toda nossa história, não aprendemos sequer respeitar a fauna ou flora do nosso próprio país.
Por isso, o Brasil deve e precisa apoiar as instituições de ajuda ao índio, além de criar novas medidas de conscientização, principalmente dos jovens.  Afinal, o que é um povo sem respeito à própria origem?


Por: Lucas Marschall, Luís Fernando F. Ferrari e Pedro Lucas Moro.
 

Posts Comments

©2006-2010 ·TNB